Talvez por dizer que mesmo não tendo das canções mais fascinantes da história, a nossa ainda era das melhores a concurso, tentando enxotar patriotismos. Por outras palavras, foi um ano particularmente mau, onde me acabei por ter que agarrar à nossa canção da Disney/versão menor de Sara Tavares, cantada com garra q.b. pela Filipa (que está de parabéns, mais uma vez), e em melhor alternativa tinha um Jason Mraz belga. Acabou por ganhar o fruto rasca mais recente da geração Lily Allen. A música, nem ponho aqui.
Fica aqui outra, já do ano passado, que a par dos nossos Flor De Lis, tinha salvo o espectaculo do "camp" vulgar, sempre associado ao evento. Só para não ter que recuar a memórias mais distantes, como as de Françoise Hardy ou Sandie Shaw...
P.S. - fui eu o único a temer a música da Espanha ser tocada uma terceira vez? Cruzes credo. Da próxima vez já se sabe: há que invadir a música de Portugal. Ao menos sempre temos duplo airplay....
Em resumo, costumo-me interessar por a) pessoas que acabam por não me corresponder (todas); b) pessoas que até parecem corresponder-me durante uns tempos a tomar certas iniciativas mas depois b1) vejo que são do tipo a; b2) dizem não estar interessadas em compromissos, ou não acreditam nessas coisas, e eu fico mesmo a pensar que é uma deixa mais soft para me pôr a pirar. Nice....
1 e 80s, cabelo loiro, espadaúdo (como gosto desta palavra!), olhos azuis..
não, é mentira.
Sou apenas um tipo com pancas como muitos outros que andam por aí felizmente.