Porque California não merece ser lembrada por um êxito trashy de Katy Perry, eis três visões distintas e igualmente avassaladoras sobre um mesmo estado, separadas por quatro décadas:
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Suede
Suede
You always felt like suede
There are days I feel your twin
Peekaboo
Hiding underneath your skin
Jets are rewing
Yes rewing
From a central source
And this has power over me
Not becuase you feel something
Or don't feel something for me
But becuase
Mass so big it can swallow
Swallow her whole star intact
Call me 'evil' call me 'tide is on your side'
Anything that you want
Anybody knows you can conjure anything
By the dark of the moon
Boy and if you keep your silence
Silencer on you'll
Talk yourself right into a job
Out of a hole
Into my bayou
I'm sure that you've been briefed
My absorption lines
They are frayed
And I fear
My fear is greater than my faith
But I walk
The missionary way
You always felt like suede
There are days I am your twin
Peekaboo
Hinding underneath your skin
Juets are rewing
Yes rewing
From an ether twist
Call me 'evil' little sister
I guess i'd do the same
Little sister
You'll forgive me one day
terça-feira, 17 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O Último a Sair - ou o derradeiro acto de coragem televisiva
Curioso pensar que as sátiras a "reality shows" existiram porventura até antes dos próprios "reality shows" se tornarem uma moda. Olhe-se para o magnífico e assustadoramente realista "The Truman Show" em 1998, que surgiria até antes da febre "Big Brother". Nessa altura, mal sabíamos no que nos íamos meter a seguir.
Em 2001, surge-nos "Series 7: The Contenders", talvez o exemplo mais corrosivo e drástico de uma nova maneira de fazer televisão - e consequentemente, mostrando uma nova maneira de fazer cinema (iniciada um par de anos antes com o fenómeno "Blair Witch"). No filme, uma série de concorrentes são escolhidos via sorteio de uma lotaria nacional, vendo-se forçados a matarem-se uns aos outros, de modo a ficar só um vivo - o vencedor do concurso.
Nessa altura, Portugal ainda vive na euforia do primeiro "Big Brother", e com o icónico pontapé de Marco Borges a Sónia. E quem ficou mais famoso dos dois? Pois...aquele que é precisamente um dos concorrentes de "O Último a Sair", um grande safanão não só a toda uma cultura televisiva mas social, no qual cada português, incluindo aquele que diz que não gosta de ver, mas não resiste a olhar, escapa impune.
A verdade é que a ideia de "fake reality show", não sendo original (pelos exemplos acima descritos e por muitos outros que ficaram mais esquecidos), é pioneira no nosso país. Um país de brandos costumes. Um país em que o povo ainda acredita em tudo o que vê. Em que o Telejornal mais visto nos vende "histórias" mascaradas de notícias. E por isso, estrear este programa, taco a taco com outros pesos pesados da concorrência, é simultaneamente um acto estrondoso de coragem televisiva e de inteligência suprema. A questão que fica é: será que o público em geral percebeu de facto a piada? Curioso pensar que até "Series 7" teve malta a pensar que o que estavam a ver era real. Para já, temos um pedregulho no charco (pântano) televisivo. Esperemos réplicas.
Em 2001, surge-nos "Series 7: The Contenders", talvez o exemplo mais corrosivo e drástico de uma nova maneira de fazer televisão - e consequentemente, mostrando uma nova maneira de fazer cinema (iniciada um par de anos antes com o fenómeno "Blair Witch"). No filme, uma série de concorrentes são escolhidos via sorteio de uma lotaria nacional, vendo-se forçados a matarem-se uns aos outros, de modo a ficar só um vivo - o vencedor do concurso.
Nessa altura, Portugal ainda vive na euforia do primeiro "Big Brother", e com o icónico pontapé de Marco Borges a Sónia. E quem ficou mais famoso dos dois? Pois...aquele que é precisamente um dos concorrentes de "O Último a Sair", um grande safanão não só a toda uma cultura televisiva mas social, no qual cada português, incluindo aquele que diz que não gosta de ver, mas não resiste a olhar, escapa impune.
A verdade é que a ideia de "fake reality show", não sendo original (pelos exemplos acima descritos e por muitos outros que ficaram mais esquecidos), é pioneira no nosso país. Um país de brandos costumes. Um país em que o povo ainda acredita em tudo o que vê. Em que o Telejornal mais visto nos vende "histórias" mascaradas de notícias. E por isso, estrear este programa, taco a taco com outros pesos pesados da concorrência, é simultaneamente um acto estrondoso de coragem televisiva e de inteligência suprema. A questão que fica é: será que o público em geral percebeu de facto a piada? Curioso pensar que até "Series 7" teve malta a pensar que o que estavam a ver era real. Para já, temos um pedregulho no charco (pântano) televisivo. Esperemos réplicas.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Sras. e Srs.
Eis Kate Bush de volta aos discos e videos (o vídeo é da sua autoria... e arrisco a dizer que aqueles lábios também o serão):
quinta-feira, 21 de abril de 2011
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